Por Marcus Gerhard.

“Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens.” (Pitágoras)

A música estimula várias partes do cérebro, como a memória, a percepção, o movimento, o trabalho das emoções e sensações de prazer estético, físico e mental em qualquer parte da vida.
A criança tem em Si uma boa relação com o efeito de musicalidade apreendendo de forma prática e acelerada os ritmos, sons, letras e emoções A música pode e deveria vir acompanhada de propostas distintas no auxilio a aprendizagem dela e de outras faculdades.
Os benefícios do ensino da música estão além, como na sociedade, no desenvolvimento cognitivo, na escola e na vida a ser construída.
A função do professor não é somente descarregar conteúdo na turma e sair. O conteúdo é muito importante, porém não pode se furtar a falar de valores que estão se perdendo aos poucos. Com a música não deve se deteriorar esses valores, antes a música deve vir como auxílio, contribuinte e não desfavorecendo a educação antes, compilando e fundindo o prazer estético musical com a arte de fazer, pensar, criar.
Discorrer em música é logo pensar no ouvido, órgão do sentido responsável pela audição, Não podemos esquecer que quem interpreta esse som é o cérebro. Quanto mais rica for uma música em seus diferentes sons (agudos, médios e graves), timbres (cores), ritmos (pulsações), intensidade (forte, média e fraca), harmonia (combinação de sons simultâneos), Contraponto (melodias distintas em alturas e ritmos por ordem simultânea) mais o cérebro de quem a ouve será estimulado.
A música pode vir ser trabalhada de diferentes formas, estilos, mas a composição é julgada como a melhor forma. Para tanto se faz necessário o respeito do desenvolvimento cognitivo, aplicável e transformador de cada ser.
A música ajuda a criança se expressar pela voz através do canto assim como regras (devem vir camufladas) para boa execução do mesmo. Ainda, a música vem elevar o nível de apreciação musical, cultural, vocal e auditiva. Desenvolve qualidades de porte e confiança. Ensina verdades éticas e de boa conduta pois tem um efeito pedagógico melhor aplicável.

Um dos principais veículos de ensino é a música. O canto, uma mistura de música e letra, quando bem direcionados e trabalhados proporcionam a criança um ambiente agradável e de maior fácil aprendizagem. O canto faz com que o músico produza a partir de seu instrumento natural. Ele flui e acontece sendo o instrumento o próprio músico, sem axílio de nenhuma outra ferramenta.


O perfil do educador
* Ser músico
• Conhecer como se desenvolve o metabolismo infantil, sua fisiologia, assim como sua mente, intelecto e o cognitivo.
• Saber equilibrar e tornar aprendizagem em objeto lúdico e ser consciente da assimilação dos conteúdos.
• Ser pro-ativo, preparado e saber escolher o melhor caminho a educação musical.
• Planejado! Ser organizado, preparando as aulas da melhor maneira possível, com conteúdos e atividades interessantes, relacionando o conteúdo com a prática e a vivência do aluno.
• Ter seu próprio material didático.
• Conhecer seus alunos, adquirir confiança, saber seus nomes.
• Amar seus alunos e o que faz por eles e pela música.
• Ter voz limpa e agradável.

Formação da voz infantil

Diferente da voz adulta, a voz da criança possui extensão e timbre diferenciado. A sua voz ainda está em formação, assim como fatores fisiológicos como suas cartilagens mais fracas e mais flexíveis. Sua laringe é de proporção pequena e está mais elevada em relação a coluna vertebral, distintamente dos adultos, explicando seu timbre mais claro e seus agudos mais estridentes.
Muitos pensam que o único órgão responsável pela produção da voz são as pregas vocais, no entanto sozinho este não produz som, ele precisa do ar que passa por elas para produzir som. Mas o canto, com letra articulações depende além do aparelho respiratório como também o aparelho digestivo e os ossos da face.
Para a boa execução do canto vai-se além de um bom timbre ou uma boa respiração, cantar bem exige desde uma colocação vocal a uma postura corporal correta. Parece difícil mas este trabalho é mais fácil nas crianças que nos adultos.
A produção do som vocal depende dos aparelhos respiratórios, a laringe, as cavidades de ressonância e os articuladores.
O ar inspirado passa pelas pregas vocais em posição aberta, enchendo os pulmões. Na expiração é que ocorre a fonação.

Características dos sons:

Altura: É a freqüências das vibrações podendo ser maiores ou
menores. Aqui, são indispensáveis os termos grave e
Agudo. Ainda esses termos podem e devem ser trabalhados com as crianças uma boa referência é o grave para o som da buzina do navio e agudo para o som da flauta. Enfiem existem inúmeros exemplos.

Timbre: É o que caracteriza o som, sua identidade, alguns dizem:
cor. É o que diferencia cada ser humano, quando você
atende o telefone, muitas vezes, apenas pelo: “_alô”; já identifica quem te ligou. O timbre é uma qualidade de mesma altura e intensidade.

Intensidade: Característica que nos faz diferenciar entre o forte e o fraco, muito, pouco...

Extensão vocal da criança:

A extensão vocal da criança abrange do Si 2 ao fá 4.

Não são todas e quaisquer músicas apropriadas a qualquer criança (faixa etária). Sua psicologia, fisiologia estão em pleno desenvolvimento e cabe a nós identificarmos qual o melhor repertório para elas.

Na Educação Infantil há muito já se tem usado a música nas salas de aula, mas normalmente num formato lúdico sem a responsabilidade do ensino da música por estrutura. As qualificações abaixo, por mais que possam ser aplicadas de modo a entreter, ensinar outras ciências. É plenamente proveitosa a educação musical.

Relaxamento e técnica vocal: Bons hábitos e atitudes.
O relaxamento precisa ocorrer em todo o corpo, desde os pés até a cabeça, cada membro. As expressões faciais são bem vindas assim como uma música instrumental de sons leves e andamento lento.
Crie uma estória em que as crianças deverão imaginar-se se estendendo a pegar uma fruta no alto da árvore, a alcançar as nuvens, colocarem as fruta no chão. Enfim, de uma forma camuflada, as crianças se alongam. Peça a eles que cheirem devagar as flores de um campo (imaginário). Afinal, crie!
Procure relaxa-los os ombros, pescoço, tudo bem lentamente. Treine a respiração de modo rápido e lento.
Outro exercício de respiração é: Inspire rápido e profundamente, prenda a respiração por 3 segundos e solte lentamente.
Da mesma forma respire, prenda a respiração e solte contando de 01 a 10. Alternando em voz alta, voz baixa, devagar, rápido. Aproveite este tempo para ensinar dinâmicas, intensidade, timbre. Use a imaginação!
Massagem Vocal:
Ssssssssssssssssssss......
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzz.....
Ggggggggggggggg.....
Vvvvvvvvvvvvvvvv.....
Xxxxxxxxxxxxxxx.....
Ffffffffffffffffffffff......

Outra forma de aquecer a prega vocal é emitindo paulatinamente ar quente de nossa boca, como se fossemos embaçar um vidro com aquele ar.
Vocalizes:
Essas atividades devem ser feita de maneira lúdica, sem deixar a conscientização de lado. Explique a seus alunos da importância de aquecer a voz, de alongar o corpo para seu uso mais eficaz.
Comece com pequenas silabas ou frases e vá passeando entre os graus alcançando as regiões agudas e graves. Esta é também a hora de ensinar seus alunos sobre articulação correta das vogais e corrigir falhas em textos críticos do repertório.
Dica: Utilize aquele trecho mais complicado da peça em que você está ensaiando para este período, sempre tonulando (mudando os tons) para regiões graves e agudas, isso proporcionará um melhor rendimento na sua obra.

O desenvolvimento cognitivo segundo Piaget
Na criança o cognitivo se desenvolve através de constantes “desequilíbrios e equilibrações” que alcançam um novo estado de equilíbrio: a “assimilação e acomodação”. Para Piaget, existem quatro estágios desse desenvolvimento e cada estágio constrói a inteligência e seu conhecimento.
1. Sensóriomotor (0-2 anos);
2. Pré-operatório (0-7 anos);
3. Operatório-concreto;
4. Operatório-formal;
Etapa Sensorial:
A inteligência da criança baseia-se nas capacidades preceptoras, de ação, e dos comportamentos dos outros. Noção de uma realidade que não depende de si. Desenvolve a noção da existência dos objectos, de causa, de espaço. Estes esquemas motores formam a inteligência exteriorizada que se modificam a partir das experiências.
Nesse período vem a construção das concepções de espaço, tempo e casusalidade. Possui reflexos como Sucção, deglutição, etc. Após 10 meses já é capaz de saber da existência de um objeto mesmo longe de seu campo de visão.
Etapa Pré-operatória:
Constrói suas atitudes, Conserva a identidade das coisas e das pessoas, aparece a linguagem oral.
Nesse estágio ainda caracteriza-se pela criança ser bastante egocêntrica e varia muito em seu estado temperamental. A criança neste estágio já é capaz de identificar as variações de volume mesmo que seja o mesmo objeto. Através da simbologia surge a linguagem, o desenho, a imitação, a dramatização etc.
Assimila os objetos através de significados e coordena estes. Nesta fase que surge a capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação e esta substituição é possível, graças à função que os símbolos exercem na mente da criança.
Etapa Operatório-concreto:
Pela forma em que a criança por volta dos sete anos de idade se relaciona com o mundo a sua volta, pelo seu conhecimento, mais integrante de sua realidade, demonstra ela estar em uma nova fase de seu desenvolvimento cognitivo.
Nesse período a criança distingue entre o volume de massa sua alternância ou estaticidade, Seu pensamento é reversível podendo voltar ao ponto de partida, raciocinam mais que percebem. Não conseguem pensar abstratamente, apenas com enunciados e preposições. São capazes de se organizarem por série e entender o que contém e o que está contido. A criança possui agora uma organização mental integrada, seus sistemas de ação estão reunidos e integrados. Piaget nomeia operações de pensamento ao invés de ações. Elas já são capazes de ver o todo por diferentes ângulos. Concluem peso, alternância, quantidade e volume. Ainda precisam de objetos lúdicos mas aprendem em grande escala e diferentes idéias.
Etapa operatório-formal
Esta é a etapa do pensamento livre de limites e da realidade do concreto. O ser é capaz de relacionar-se com algo abstrato, impalpável. Este estágio ocorre por volta dos doze anos para mais velho. A criança agora situa-se no real com o conjunto de suas transformações. A maior novidade neste período é que o sujeito relaciona proposições ao que realmente acredita ou não pelo que ainda considera ser hipóteses. Ele consegue agora medir o limite de seus atos em conseqüências e inicia um processo de dedução e hipóteses.

Uma nova escola
Foi-se o tempo em que escola significava sala de aula, matéria e quadro. Hoje a perspectiva é outra, deve ser mais ampla. Educar é abrir leques de oportunidade no desenvolvimento de cada aluno, o assunto pode até ser um, mas a maneira de raciocinar e fazer concepção e assimilação da idéia deve ser diversificada. Educação carece ser conceituação de crescimento integral do ser humano, independente de que área seja.
A educação precisa vir acoplada de seus educadores como de suas idéias, buscando o melhor caminho, o educando é um ser em desenvolvimento e sua aprendizagem será aplicada em suas próprias necessidades. Esta educação deve ter em mente a contribuição e a inserção do aluno no meio social, por meio de ações ativa ( parece redundante, mas não é), ou seja, que envolva tanto o educador quanto o educando em práticas e suposições de atos a ser vivenciados.

Como destinar a música – Características infantis por faixa etária.
Obs.: Este método surgiu da minha própia experiência e realidade.

Para Crianças de 0 a 02 anos –

São crianças que estão na fase inicial do desenvolvimento conceitual de mundo, espaço. A criança ainda esta estabelecendo seu gosto e ele acontece muito pela ação da experiência do contato então seria interessante cerca-la de boas ferramentas que a auxiliem este contato.
A atitude dos adultos, assim como seu estilo, o que ouvem e praticam será para eles referencial e lhe darão firmeza e segurança.
As crianças nesta fase estão formando conceitos de si mesmas e lançando base para estabelecer intimidade consigo mesma e com os outros.
Tudo o que acontece ao seu redor e tudo o que fazem são atitudes de aprendizagem, estão começando a querer entender o seu mundo.

• Falam pouco.
• Choram com facilidade
• Gostam de brincadeiras
• Quase sempre dizem não
• Aprendem por imitação.

Musicalmente

Melodias simples e curtas com frases e motivos pequenos, sem grandes intervalos (grau de escala).
Tema musical repedido com palavras repetidas.

Paródias
São uma ótima opção para ensinar matérias da escola em consonância com outras disciplinas.

Ex:
(com melodia do marcha soldado) Apenas a primeira parte

Duas laranjas
e duas maçãs
São quatro frutinhas
Na cesta da vovó

Para Crianças de 03 a 05 anos –

As crianças nesta fase entendem melhor as estórias, as ações. Amam a rotina por isso não se cansam de cantar várias e várias vezes a mesma música, ouvir a mesma história. Além disso, entendem os temas das histórias e suas ações. Querem agradar o amigo e confia nas pessoas, gostam de dias especiais e sentirem-se especiais.

• Estão sempre prontas a aprender
• São dóceis e carinhosas
• Facilmente aceitam orientações.
• Estão sempre alegras e ativas.
• Sua atenção não é por muito tempo.
• Gostam e necessitam de atividades motoras.

Musicalmente

Melodias simples e curtas com frases e motivos pequenos, sem grandes intervalos (grau de escala).
Tema musical repedido com palavras repetidas. Cuidado as sincopes.

Paródias
Curtas também funcionam muito bem!
Ex:
(com melodia do marcha soldado) 1° e 2° parte

Duas laranjas
e duas maçãs
São quatro frutinhas
Na cesta da vovó
Dois e dois eu tenho quatro
Quatro e quatro
Oito são
Os filhotes da galinha
Vão ciscando pelo chão.

"A música como fonte no trabalho escolar traz consigo rendimentos terapêuticos, psíquicos, desenvolvendo a parte cognitiva a fim de transmitir melhor as idéias e informações trazendo eficácia até mesmo e de modo importante a conscientização do ser o trabalho das emoções e a comunicação na sociedade."

Para Crianças de 06 a 08 anos –

“ao professor interessado em enriquecer a sua prática pedagógica com música cabe estar atento à pertinência do tema musical à matéria lecionada e fazer um planejamento que permita ao aluno desenvolver análise e interpretação da letra, defendendo-a, rebatendo-a e/ou lhe acrescentando algo.”

As crianças nesta fase já identificam e notam grande diferença entre pais e professores, confundem realidade com fantasia, seus relacionamentos crescem em solidificação. Tem sempre muita energia, são ativas, aprendem e se dispersam com muita facilidade.

• Conseguem ler pequenas células com trechos de música. Precisam do professor para isso. E dependem de sua educação musical. Esta leitura será mais propícia com graus conjuntos.
• Gostam de movimentarem-se muito por isso as brincadeiras com maior movimento chamam mais sua atenção.
• Memorizam rapidamente.
• Gostam de imitar
• Têm uma forte tendência a dramatização.
• São curiosos, observadores.
• São mais acionários que atentos.

Musicalmente

Melodia e ritmo podem ser mais diversificados, mas letras simples para fácil entendimento.
Precisam de boa postura e cultivar uma boa respiração.
Cantam em uníssono e facilmente em cânone.

Paródias
Já podem ser maiores um pouco.
Ex:
(Cante com Parabéns pra você)

Mamãezinha querida
Este dia é seu
Mas o filho orgulhoso
Eu te digo: Sou eu
Mamãezinha querida
Um presente vou dar
Um sorriso bonito
Para te agradar.

Para Crianças de 09 a 12 anos –

Nesta fase a criança aprende através da própria prática, é a idade das dúvidas e conceitos, gostam de conversar, gostam das mensagens quando entendem, se interessam por histórias de heróis, alguns já estão prontos para tomar decisão firme.

• Gostam de ser solistas
• Serem notadas é sua alegria
• São detalhistas
• Curiosas
• Confiam no professor
• Amam o que fazem
• Festas e reuniões as deixam muito feliz
• Nessa altura tem sensibilidade musical e artística.

Musicalmente

A letra deve ter condição de entendimento.
A música quanto mais movimentada melhor, não necessariamente rápida.
Precisam de boa postura e cultivar uma boa respiração.
Cantam em uníssono e facilmente em cânones a 2 e 3 Vozes.
Amam cantatas e sonham com elas.

Exemplos de Música

Aquarela – Toquinho
Canção da América – Milton Nascimento.

Para Adolescente de 13 a 17 anos –

• Nessa fase ocorre a mudança no trato vocal por conta da puberdade.
• São alegres, festivos.
• Tudo transforma em piada e é motivo de brincadeira.
• Criticam com sorrisos.
• O importante é estar em grupo. Ser aceito por ele.
• São sensíveis aos problemas dos outros.
• Gostam de ouvir, darem palpites e serem ouvidos.

Musicalmente

A tessitura da menina está ficando mais adulta, ganhando corpo (volume).
Aos meninos é necessário um boa atenção e estar sempre adaptando. Nesta fase eles vão começar a cantar contra-tenor, logo após tenor e então a sua voz começa atender-se aos naipes baixo ou tenor. Esta mudança pode ocorrer em meses, semanas, ou dias.

Vale a pena ressaltar que essas são algumas características feitas por faixa etária, não sendo a regra!

Montando um coro infantil
Seria interessante se o coro infantil tivesse como objetivos: Aprender a viver em sociedade, conhecer sua história e de seu povo, entoar canções, explorar e reinventar brincadeiras e brinquedos populares, folclóricos. Sonorizar histórias, explorar as qualidades do som e do movimento. Realizar exercícios de expressão e criação corporal e vocal. Realizar jogos ritmos corporais e com instrumentos. Perceber, conhecer a ação do homem em torno ao mundo pelo arranjar das estruturas musicais e seu desenvolvimento.
Ainda nos resta saber:

• O que importa não é o número de crianças, mas o quanto seu trabalho será significativo. Para tornar seu trabalho relevante, conheça o grupo com quem está trabalhando. Sua psicologia, fisiologia, condições de educação, sociais, mude as possíveis e se adeqüe as outras. Respeite-os para adquirir respeito, lembrando que respeito vai desde uma educação pessoal, ética ao estudo e bom preparo seu a fim de ver, perceber seu crescimento.
• O próximo passo é o espaço destas reuniões, deve ser amplo para que as crianças possam movimentar-se, com móveis ao seu alcance, ou seja, preparada para recebê-las.
• Outra necessidade serão os equipamentos de som, instrumentos musicais como o piano, instrumentos percussivos, xilofones e flautas.
• Se tiver um grupo maior que 12 crianças, prepare alguém para auxilia-lo.
• Recicle-se sempre, trague novas idéias, formas, renove-se para sempre a fim de motivar quem está confiado a você.
• Providencie matérias para sempre uma melhor assimilação dos conteúdos, tenha sempre partitura em mãos a todos.
• Planeje cada ensaio para que a aprendizagem seja seqüencial e eficiente.
• Faça um bom Marketing do seu coro, mas sempre verdadeiro fale daquilo que seu coro realmente é. Convide os pais e familiares as apresentações. Isso estimulará os pais e filhos.

No seu trabalho faça sempre uma avaliação a fim de perceber o nível de crescimento do coro relacionado àquilo que você se predispôs a fazer. E o quanto este trabalho lhe trouxe crescimento.
• Seja sempre Grato.
• Saiba cobrar assim como elogiar a seu tempo, sem parecer e ser falso.
• Nunca esqueça o sentido de educar e musicalizar. Por que fazemos isso? Quem pode fazer? Como podemos o fazer? A quem o fazemos?

Como ensinar uma nova canção:

• Tenha a letra escrita em um cartaz ou projetada. Bom seria se elas começassem a se identificar com a partitura.
• Se a criança não souber ler, use figuras correspondentes a letra da canção.
• Não ensine muitos cantos novos ao mesmo tempo.
• Quando for apresentar um canto novo, faça com que os alunos escutem, primeiramente. Para isso torne-o agradável desenvolvendo uma vontade neles de o cantarem.
• Se houverem palavras difíceis, explique seus significados.
• Nunca perca a oportunidade de ensinar um bom canto, colocação vocal, corporal, respiração...
• Ensine por frases ou por motivos pequenos, fazendo-os que repitam frase a frase a medida que for executado pelo professor.

Ex.:
(passe a primeira frase)
A linda Rosa Juvenil, juvenil, juvenil.
(Peça que elas repitam a frase anterior)

(execute a primeira e a segunda frase)
A linda Rosa Juvenil, juvenil, juvenil.
A linda Rosa Juvenil, juvenil.
(Peça que elas repitam as frases anteriores)

(Por se tratar de uma música que contém apenas duas frases musicais, depois de a melodia estar firme, passe para a próxima estrofe.)
Vivia alegre em seu lar, em seu lar, em seu lar.
Vivia alegre em seu lar, em seu lar.

• Repita este cântico nas próximas aulas.

Regência das canções


• O gesto precisa ser acima de tudo entendido pelas crianças, seja claro, objetivo, ensine a elas o que quer dizer seu gesto, tais como de corte, entrada, intensidade, fraseado, enfim no que você sentir que elas têm dificuldades de entender. Outros gestos da regência serão por elas assimilados sem que você diga nada. Vá em frente.
• Um gesto um tanto interessante é o por graus, inda mais quando a melodia é nova ou ainda está sendo ensinada.
O gesto associa os graus da escala com degraus de uma escada que pode vir ou não materializada. Quando a melodia caminha em movimento ascendente eu subo minhas mãos em escada, por conseguinte quando a melodia caminha em graus descendente eu abaixo minhas mãos.
• Se o cântico é coreografado ou possui gestos, o professor, regente e/ou líder deve fazê-lo junto a elas.

Acompanhamento
Um acompanhamento mal executado prejudica a formação musical da criança, além de atrapalhar o aprendizado, por tanto deve ser executado por alguém com aptidão musical.

Métodos auxiliadores


• Conheça o grupo com quem está trabalhando.
• Seja Facilitador Sempre, escolha o melhor caminho, tenha sempre duas, três, quatro alternativas. São escapes a quem ainda não conhece o grupo com quem está trabalhando. Quem tem várias opções de caminho não perde a viajem.
• Disponibilize as partituras as crianças, isso se elas já tiverem noção dela. Se não tiverem, já era tempo de termos começado um trabalho ao menos de os situarem na leitura musical.
• Se possível utilize de recursos áudio visuais.
• Sempre que possível ensine a história daquela canção ou daquele compositor, ou período em que foi composta, ou mesmo de que estilo se trata. Isto é educação musical.
• Permita que algumas crianças te auxiliem, elas sentem-se importantes por fazerem um trabalho como o seu.
• Estimule o acompanhamento de instrumentos executados pelas próprias crianças.
• Se seu grupo for bom numericamente, utilize 2, 3 vozes e cânones.

Passos para o início de um trabalho harmônico:

Por experiência levantei estes passos:
• Eduquem o ouvido de seus alunos para que executem muito bem a melodia, nota a nota.
• Depois de uma segurança melódica, inicie os cânones a duas vozes. Divida a classe em dois grupos, um fica com a primeira voz e o outro com a segunda.
Antes de iniciar o cânon certifique-se que a melodia foi bem assimilada pelos dois grupos.
• Avance para os cânones a 3 ou quatro vozes.
• Pode ainda as crianças não terem criado um ouvido harmônico. Então, depois de um extenso trabalho melódico e contrapontístico, Reúna seus alunos em círculo divididos em três grupos, Toque o acorde de A (por ser mais fácil de afinar) com a fundamental no baixo.
Peça que o grupo 1 que execute a fundamental repetindo continuamente.
Peça que o grupo 2 que execute a terça do acorde repetindo continuamente.
Peça que o grupo 3 que execute a quinta Justa do acorde repetindo continuamente.
Agora sem o acompanhamento, apenas com você executando a fundamental, a terça e a quinta, peça que se percebam nesta execução e como é diferente a sonoridade. Aqui você também trabalha o timbre do grupo.
Agora o grupo 1 vai catar sua nota (fundamental) ouvindo o grupo 2 cantar a sua (terça) e o grupo 2 enquanto canta perceberá a execução do grupo 3 na sua nota (quinta) que percebe o grupo1. Nenhuma nota deve sobressair a outra.
• Mude o acorde agora.
• Depois deste trabalho avance em trechos melódicos usando diferentes tipos de cadência. Ex.: a cadência perfeita ( V-I), Cadência plagal (IV–I).
• Faça este trabalho também no modo menor.

Compor é a melhor maneira de aprender música?

“Compor música sem senti-la é mentir, porque as notas têm um sentido tão preciso ou mais ainda que as palavras.” (F. Mendelssohn)

Estimular a criatividade é a maneira de desenvolver o cognitivo o intelecto a fim de alcançar novas experiências e estágios. A composição, parte do estímulo a uma estruturação das referências preordenadas, sua importância é enorme no desenvolvimento criacional do ensino da musica. Existem inúmeros métodos que estimulam o criar musical nas crianças por sua educação. Além de desenvolver a capacidade criadora e assimilar de melhor modo os conceitos musicais, a prática da composição dá valor a capacidade de amontoar idéias, reuni-las na forma de interpretar dos estudantes.
Mesmo sendo considerada por muitos educadores musicais, a composição, como a melhor forma de ensinar música, ela não é a única! Precisa vir com diretrizes diferentes apontando a um mesmo caminho, o de criar. Para não perder sua função prazerosa e tomar partido de outras sensações não estabelecidas.
O fator interessante da composição é a aprendizagem pela descoberta, mesmo agregada a currículos já existentes como o da notação, leitura musica, execução de um instrumento, apreciação e história da música.
É preciso deixar certa liberdade na capacidade criativa de cada estudante. Para tanto o professor precisa estar sensivelmente preparado para assimilar estas idéias e transforma-las em uma estrutura musical.
Atividades que explorem esses fragmentos de matérias devem existir em forma de sons e experiências cotidianas, vividas pela própria classe.
É por esse caminho que se implanta os conceitos de educação musical como a escrita, leitura rítmica, noções de altura, intensidade, volume e outros elementos a partir destas próprias idéias musicais vividas e compartilhadas em tempo real.
Outra questão é o tomar o caminho a seguir que se encontra por opção do próprio estudante, ele decidirá que destino assumir.
Swanwinwick diz que tender por esta opção é respeitar a proposta do discurso musical dos alunos, dando atenção a elas e aproveitando-as. Cada aluno traz sua própria idéia e adjunto a educação formal, revelam os universos pessoais e sociais destes estudantes que não podem ser lançados fora.
Aproveitar o método de criação é saber ouvir os alunos, respeitando suas vozes e as compreendendo, valorizando as diferenças. Não apenas como expectador mas como coagente de reflexão da prática musical. Não de uma forma manipuladora, mas subserviente. Instiga-los a construir seus próprios conhecimentos, gostos, por sua autonomia de brocardo, acontecer e apreciação musical.

Formas de trabalho na instrução Musical

Existem inúmeras formas de se trabalhar a os elementos da música em sala de aula, mas o mais importante é estar preparado.
A música está no próprio aluno, desenvolver esta consciência é fazer percebe-los de uma expressão espontânea que a música pede.
A consciência dos estilos precisa existir e eles só reconheceram a partir do contato que tiverem com diferentes formatos musicais.
A música tem uma estrutura de frase, orações (motivos). É importante que o aluno saiba identificar. Isso ajuda na hora da composição e assimilação de novas estruturas.
As histórias nos fascinam, é importante conhecer o autor das composições, como viviam, e como desenvolvia a sociedade daquela época.
A música acarreta significados, respeitável é dar valor a eles, explicando-os.
Relacione as experiências musicais vividas na sala de aula com as próprias dos alunos, percebendo também que existem distintas formas de interpretação.
Relacione os elementos da música, isso facilitará seu estudo:

Vibrações regulares: Alturas definidas e preordenadas pela ação humana. Notas musicais, sons de instrumentos.
Vibrações irregulares: Não possuem alturas definidas, como o barulho.

Exercício: Leve diferentes tipos de sons gravados em uma mídia vá revelando som a som e pedindo com que seus alunos identifiquem se são sons de vibração regulares ou irregulares, explique esta diferença e depois peçam que adivinhem de que som se trata.

Ritmo: A forma em que os sons estão montados, sua ordem.
Siga o som: Este exercício consiste em que um aluno faz uma seqüência de som ou ritmo, obedecendo o pulso e os compassos, e os outros repetem.
Melodia: Sons em ordem sucessiva, construindo dede motivos, células e frases a toda uma linha monofônica.
Meu som: Divida a turma em grupos de no máximo 5 pessoas. Cada grupo irá criar um fragmento sonoro que se repete “Ostinato” utilizando voz, ritmo, o som que desejar. Cada grupo irá se apresentar e a classe repetirá este ostinato.

Harmonia: Sons ocorrentes de forma sucessiva, ao mesmo tempo, homofonicamente.
Os diferentes sons podem viver em harmonia, serem amigos, tocarem juntos. Crie instrumentos musicais com base de sucata para que todos possam tocar e crie uma seqüência rítmica em que todos os instrumentos devem tocar em uníssono.

Contraponto: Melodias que ocorrem por ordem simultânea.
A orquestra: Divida a sala em três partes e dê uma linha melódica a cada equipe. Estas linhas precisam se contrapor harmonicamente. Se preferir comece com sons rítmicos diferentes e pertencentes a um compasso em comum. Depois de cada equipe estar bem preparada, inicie uma de cada vez. Dê suporte a elas.

Altura: Medida pela freqüência das vibrações, por meio da velocidade, quanto maior a vibração, mais agudo será o som emitido.
Exercício: Uma dica interessante é cantar uma música nas duas regiões (agudo e grave) extremas, fazendo com que haja uma percepção na diferenciação destes dois tipos de sons.
Você pode referenciá-los como: Som agudo, o macaco e som grave o leão.
Não esqueça de trabalhar os médios.
Outro trabalho bacana é pedir para que cada criança dê referências de som grave e agudo.

Timbre: A forma em que combinam as vibrações lançadas pelo órgão emitente, também chamado de a “cor”, contém as características harmônicas se sua série.
Exercício: Semelhantemente a “cabra sega”, uma criança deverá estar de olhos vendados. E as outras crianças, uma de cada vez, orientadas por você, dirão nomes de objetos. A criança de olhos vendados tentara descobrir de quem se trata.

Intensidade: Volume das vibrações, amplitude, quanta energia é disposta na emissão dos sons.
Exercício: Fale frases mudando sua fala. Passeie entre o forte e o fraco. Interessante também será mostrar os sinais de forte e fraco presente na partitura.

Duração: A extensão dos sons.
Exercício: Fale palavras demorando em suas sílabas tônicas, peçam aos seus alunos que digam qual sílaba demorou mais.
Mostre que existem diferentes formas de falar como mais rápido, mais lento, mais empolgante, ou mais depressivo...

Compasso: Divisão dos trechos musicais.
Pode ser feito o mesmo exercício que no “contraponto”, mas faça-os perceberem que cada linha tem uma estrutura e obedece a uma mesma seqüência de tônicas, porém se diferem pelo tempo disposto a cada trecho.

Cadência: Movimento dos sons.
Para onde ir: Crie uma melodia junto com a turma, faça-os perceber que existem diferentes caminhos a escolher para esta minha linha melódica, deixe-os livres para escolher que caminho tomar. Explique que cadência é este caminho, a direção que eu escolho tomar, partindo do início.

Dinâmica - mudança de intensidade sonora. Expressão, sentimental.

Vivência Sonora: Percepção dos sons que as cercam e que produzem. O som está em toda a parte, de diferentes formas e estruturas.

Outras concepções
Fale ainda sobre a notação musical, o pentagrama, os diferentes tipos de notas e seus valores, sejam eles e altura ou tempo. As pausa e os tipos de compassos simples e compostos.

Os instrumentos
Existem outros tipos de instrumentos além da voz, precisamos conhecê-los:
Cordas: Piano, violão, violino, violoncello, Cavaquinho, viola, contrabaixo, etc.
Sopros: Saxofone, gaita, flauta, trompete, trombone, trompa, oboé, etc.
Percussão: Triângulo, Xilofone, pandeiro, tímpano, tambor, pratos, etc.
Eletrônicos: Teclado, guitarra, Baixo elétrico, Bateria Eletrônica, Etc.

!!! Legal seria se o professor cada vez que fosse falar de um desses tipos pudesse levar um de cada tipo e os outros em mídia, desenho para que seus alunos vivenciassem. Se o professor não puder levar o próprio instrumento, leve um vídeo ou som gravado destes instrumentos.

Além destes instrumentos existem outros muito antigos que datam de um período chamado medieval, renascentista. São instrumentos basicamente de sobro, cordas e percussão como o tambor, a flauta a viola de gamba o alaúde.

!!! Hoje em dia são inúmeros os recursos da internet. O professor encontra músicas gravadas no estilo do período renascentista e medieval, permita seus alunos terem esta vivência histórica!

Atividades musicais

• Coloquem desenhos de diversos tipos de instrumentos e peça seus alunos que identifique com círculos os de percussão.
• Pinte os instrumentos de sopro.
• Desenhe e pinte um violão.
• Dado os desenhos dos instrumentos, separe-os por grupo.
• O que caracteriza um instrumento eletrônico? Desenhe uma guitarra.
• Construa um instrumento com sucata.
• Cole instrumentos indígenas e folclóricos no seu caderno.
• Monte uma banda com instrumentos de sucata.
• Pesquise:
O que faz um maestro?
O que é e o que faz o spalla?
Quais os tipos de orquestra que existem?
Qual a diferença de orquestra e banda?
Quais os tipos de banda que existem?



Cuidado com concepções erradas:

O líder precisa estar seguro no que diz pois é referencial e formador de idéias. Algumas concepções por mais estranhas ou inexistentes parecerem acabam acontecendo por má informação. Esteja atento!

Voz do menino ≠ voz da menina

Não posso obrigar o menino a ter uma foz diferentemente mais grave do que a da menina as crianças cantam em uma mesma região aguda. Por tanto não obrigue o menino a cantar de forma/altura diferente da menina.
É bem verdade que o timbre é diferente no entanto a região aguda é a mesma!

Volume de Voz
As crianças tem volume e intensidades definidos. Por vezes percebi regentes pedindo que as crianças cantassem mais alto, mais alto, mais alto..... e acabavam gritando.
Algumas crianças são mais tímidas que outras o que a faz reprimir um pouco sua voz, aí o trabalho não é de pedir mais volume e sim de desprendimento.

Instrumentos musicais
Aquele instrumento está em péssimas condições (muitas vezes desafinado), mais ainda pode ser usado na sala das crianças. NEGATIVO.
Lembra do referencial sonoro? Pois bem. Que referência eu ofereço a Criança com um instrumento tão desafinado, por vezes quebrado?
Obviamente que se há a possibilidade de restauração, façamo-la.

Desafinados
É obrigação do professor(a) afastar aquele desafinado dos demais pois está atrapalhando os demais afinados. Péssima ação.
A obrigação do professor é desenvolver no aluno um ouvido apurado, afinado, e perceber se esta desafinação acontece por falta de atenção as notas, ou por raro problema fisiológico.

Puberfonia
É natural afastar o menino que está sofrendo mudança na voz na fase adolescente ou pré-adolescente. Natural para quem não quer trabalho.
A voz durante o período da puberdade sofre por conta dos hormônios, daí é necessário um tarefas mais cuidadosas com os alunos neste período pois a voz também é coagida nesta etapa de transformação.

Espelho
As crianças não aprendem por meio de imitação por isso o professor pode ser alguém sem preparo algum. Será?
Tomar cuidado com minha voz (o professor). É imprescindível para uma boa cantoria de seu coral, cuidado ao cantar com produção vocal sem entusiasmo, monótono e anasalada. Se as crianças aprender por imitação de um referencial, tome cuidado com os gritos, esforços exagerados, abusos da voz gerando desgastes e conseqüências negativas.


Cuidado com os conceitos simbólicos, só ensine quando o aluno estiver preparado para distingui-lo. Esclareça seus conceitos antes de ensiná-los, Não ensine nada que terá que desmentir depois.
Combine Teoria e prática por sua boa ação provocando melhores possíveis reações.
Meça a informação de acordo com o nível intelectual das crianças. Sempre teste e verifique o nível de compreensão delas.
Prepare-se. Se não souber alguma questão levantada pelo seus alunos, tenha humildade de dizer que não sabe. Procure, intere-se e depois os esclareça.


Finalizando.

Por estes e outros muitos motivos compreendemos a necessidade da volta da música as salas de aula, mas não poderíamos fazê-la de qualquer forma, respeitar o aluno e a própria música é buscar um trabalho de excelência optativa na busca da melhor diretriz.
Acima de tudo, nunca subestime a capacidade delas, els irão te surpreender em muito!


Bibliografia

ADAS, Melhem. Geografia. 4. ed. São Paulo. Moderna, 2002 4v.
Dinville, Clarie – “A técnica da voz cantada” – Editora L T Informática.
Ream, Alberto W. – “Um estudo sobre a voz infantil” - Imprensa Metodista – Rio,1957
Beyer, Esther – “psicologia e música em Educação” – Semana de extensão no STBSB (Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil)
BEINEKE, Viviane. A composição em sala de aula: como ouvir as músicas que as crianças fazem? In: HENTSCHKE, Liane; SOUZA, Jusamara (org). Avaliação em Música: reflexões e práticas. São Paulo: Moderna, 2003, p. 91-105.
DAVIES, Coral. Listen to my song: a study of songs invented by children aged 5 to 7 years. British Journal of Music Education, v. 9, n. 1, p. 19-48, 1992.
ELLIOTT, David J. Music matters: a new philosophy of music education. New York: Oxford University Press, 1995.
SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. São Paulo, Moderna, 2003.
CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro, Sextante, 2003. 176 p. Música Ambiente em Sala de Aula, p. 120-122.
FERREIRA, Martins. Como usar a música na sala de aula. 2a edição, São Paulo, Editora Contexto, 2002.
Med, Bohumil. Teoria da musica. Brasília, D.F, 1996.
Coropos, Mônica. Workshop de Musicalização para professores. XIV congresso da associação dos músicos. Junho de 2007.
http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=539
Revista louvor, 1T2001. Ano 24. Vol.1. No. 86.


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